Apresentação Medida APOIAR+Simples

WEBINAR | Apresentação Medida APOIAR+Simples | 29JAN | 10h30

A nova medida destina-se a Empresários em Nome Individual sem contabilidade organizada, com trabalhadores a cargo, com quebras de faturação, que atuem nos setores afetados pelas medidas excecionais de mitigação da crise sanitária.

No caso de ter interesse em participar é só carregar AQUI e faça a sua inscrição é gratuita.

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Novo pacote de medidas de apoio às empresas

O Conselho de Ministros aprovou medidas de apoio à economia no montante global de 1550 milhões de euros, sendo 750 milhões para apoio a micro e pequenas empresas, e 800 milhões para linhas de crédito com garantia pública, incluindo 160 milhões a fundo perdido.

Estas medidas vão refletir-se em quatro grandes instrumentos: créditos para as empresas de apoio a eventos e créditos para a indústria exportadora, subsídios para as micro e pequenas empresas e flexibilização do apoio à retoma progressiva.

Apoiar.pt

Micro e pequenas empresas com quebras de faturação que atuem nos setores afetados pelas medidas excecionais de mitigação da crise sanitária:

i. Comércio e serviços abertos ao Consumidor com encerramento decretado em março de 2020

ii.  Atividades da cultura

iii. Alojamento

iv. Restauração

Montante global: 750 M€ a fundo perdido

Novas Linhas de Crédito

800 M€ de crédito com garantia pública (dos quais 160 M€ a fundo perdido)

Linha de crédito para empresas de apoio a eventos

• Empresas que prestam serviços de apoio a eventos culturais, festivos, desportivos ou corporativos

• Conversão de 20% do crédito concedido em subsídio a fundo perdido em caso de manutenção de postos de trabalho

Montante global: 50 M€

Linha de crédito indústria exportadora

• Empresas industriais com elevado volume de negócios proveniente de exportações de bens

• Conversão de 20% do crédito concedido em subsídio a fundo perdido em caso de manutenção de postos de trabalho

• Crédito determinado em função do n.º de postos de trabalho

Montante global: 750 M€

Para obter informação mais detalhada das medidas de apoio pode aceder ao site da Agência para o Desenvolvimento e Coesão.

Programa ‘Comércio Digital’ com novidades para apoiar a Economia

O Programa Comércio Digital, cofinanciado pelo COMPETE 2020, que visa promover a digitalização de mais de cinquenta mil empresas da área do comércio e dos serviços, apresentou Novas Ações para ajudar a relançar a economia nacional na fase pós-COVID-19.

Comércio Digital, que junta a ACEPI – Associação da Economia Digital, a CCP –  Confederação do Comércio e dos Serviços de Portugal, e é cofinanciado pelo Programa Operacional COMPETE 2020arranca com uma segunda fase após um interregno provocado pela pandemia.

Programa que existe para promover a transformação digital das empresas portuguesas, foi agora reforçado para ajudar o comércio local a vencer os desafios colocados pelo fecho ou diminuição de atividade.

Alexandre Nilo Fonseca, presidente da ACEPI, esclareceu que «com a pandemia da COVID-19 muitos pequenos comerciantes perceberam que têm de ter uma presença online e a ACEPI quer apoiá-los nesta jornada» sendo o programa vocacionado exatamente no sentido do «desenvolvimento das competências digitais dos comerciantes».

As iniciativas incluem:

  • Academia Comércio Digital – uma plataforma online que disponibiliza conteúdos formativos e ferramentas de capacitação para a economia digital;
  • Uma campanha especial de adesão ao Selo Confio.pt – um certificado atribuído aos websites que cumpram as melhores práticas do mercado digital;
  • Voucher 3 em 1 – que permite um registo de um domínio .pt gratuito pelo período dum ano, acesso a caixas de email e a ferramentas de construção e alojamento de websites;
  • Uma linha telefónica gratuita de apoio (800 100 236).

João Torres, secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor disse, na sessão de apresentação realizada no Ministério da Economia, que o projeto «é absolutamente estruturante para o incremento da economia e do sector do comércio».

A importância do e-commerce e do digital foi igualmente referida pelo Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, que salientou que «sem o digital, teria sido mais difícil para todos assegurar o acesso a bens e a serviços fundamentais» durante o confinamento. O membro do Governo esclareceu ainda que foi o digital que «permitiu a muitos operadores económicos, a muitas empresas do sector do comércio conseguissem manter a atividade».

Na apresentação, Alexandre Nilo Fonseca explicou ainda que a pandemia alterou a forma como os consumidores nacionais utilizam a Internet: «Há mais portugueses a utilizar o digital, a fazer compras online. Começamos a ver isso nos estudos sobre o impacto da COVID e há também mais sofisticação, há mais utilizadores avançados, ou seja, a usar o homebaking e os serviços online».

Outro aspeto realçado pelo responsável é que os portugueses «começaram a comprar mais em Portugal», algo que não acontecia até agora: «Na Europa, éramos a população que mais comprava fora do país. No confinamento houve compras quase em exclusivo em sites do mercado interno».

Para Alexandre Nilo Fonseca, este novo hábito é mesmo uma boa notícia para a economia, a par do «aumento da oferta digital portuguesa. Isto é muito importante para o desenvolvimento dos negócios, não só para o mercado interno, mas também para exportações, no futuro».

Por outro lado, o presidente da ACEPI destacou o aumento do «comércio electrónico de proximidade», a criação de «marketplaces sectoriais e regionais» e o facto de cada vez mais «comerciantes aceitarem pagamentos digitais», como impactos positivos deixados pela pandemia e que irão ajudar o país na sua recuperação económica.

Fonte: Portugal2020

Linha de apoio à tesouraria para microempresas do turismo COVID-19

​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​O impacte económico do surto de doença por coronavírus (COVID-19) no setor do turismo e a imprevisibilidade da sua duração justificaram a criação de uma nova linha de financiamento dirigida às microempresas turísticas que demonstrassem reduzida capacidade de reação à forte retração da procura que se tem registado. 


Esta Linha, reforçada em agosto 2020, destinada​ a microempresas do setor do turismo e a outras atividades económicas com relevo para o turismo, é um mecanismo financeiro que atua em complementaridade com outras medidas de apoio às empresas aprovadas pelo Governo, pretendendo responder às necessidades imediatas e prementes de financiamento das microempresas, salvaguardando a sua atividade plena e o seu capital humano. 

dotação da Linha ascende a 90 milhões de euros, e o apoio financeiro corresponde ao valor de €750 mensais por cada posto de trabalho existente na empresa a 29 fevereiro 2020, multiplicado pelo período de três meses, até ao montante máximo de €20.000. Do valor do apoio concedido, 20% do mesmo pode ser convertido em incentivo não reembolsável, desde que, à data de 30 junho ​2021, se demonstre a manutenção do número de postos de trabalho existentes na empresa em 29 fevereiro 2020.


 O financiamento assume natureza reembolsável sem juros remuneratórios associados e é reembolsado no prazo de três anos com um período de carência de 12 meses. As prestações de igual montante têm uma periodicidade trimestral.
As candidaturas são apresentadas através de formulário disponível no 

SGP​I | Form​aliza​ção de candidaturas​​​​. Consulte o guião de apoio ao preenchimento do formulário​ no SGPI.
​​
​Consulte a Ficha informativa​ e as FAQ disponíveis em Documentos.​

Turismo de Portugal

Apoio ao Empreendedorismo

+CO3SO EMPREGO

Candidaturas Abertas

Apoio 100% a Fundo Perdido durante 36 meses sobre os custos diretos com os postos de trabalho +40% destes custos.

Saiba Mais

Encontro de empresa

. Criação de emprego para micro, pequenas e médias empresas;

. Criação do próprio emprego e de emprego para pessoas com condições especiais;

. Criação de emprego na sequência de investimentos da diáspora.

10 JUNHO | “O Turismo Militar de Amanhã” promove património histórico-militar nacional

10 julho | 15h00 | Videoconferência

“O Turismo Militar de Amanhã” promove património histórico-militar nacional

Na próxima sexta-feira, dia 10 de julho, realiza-se a 2ª sessão da conferência “O Turismo Militar de Amanhã” que promove ao património histórico-militar nacional e o desenvolvimento do Turismo Militar em Portugal.

Esta sessão é organizada pela ATMPT com o apoio dos Municípios do Entroncamento, Vila Nova da Barquinha e Soure.

PROGRAMA
10 de julho (6ª feira) | 15H

ZOOM: https://zoom.us/j/98059538627 | ID reunião: 980 5953 8627

ORADORES:

Luís Filipe Antunes | Professor no Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento

Coronel Luís Albuquerque | Diretor do Museu Militar de Lisboa

Mário João Gomes | Chefe de Divisão de Cultura, Desporto, Tempos Livres e Promoção Turística do Município de Soure

Vanda Costa | Técnica superior do Município de Vila Nova da Barquinha

MODERAÇÃO:
Lígia Mateus | Secretária-geral da ATMPT

ADAPTAR Microempresas – candidaturas suspensas a 25 maio 2020

ADAPTAR Microempresas – candidaturas suspensas a 25 maio 2020

Motivo da suspensão:

Nos termos do n.º 7 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 20-G/2020, de 14 de maio, constatando-se, face ao número de candidaturas já submetidas e ao valor de investimento a elas associado, ser previsível utilizar-se a totalidade da dotação prevista no ponto 11 do presente Aviso de concurso, a Autoridade de Gestão do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (COMPETE 2020), suspendeu a receção de candidaturas. 

Mais informações:

http://business.turismodeportugal.pt/pt/Investir/Financiamento/avisos-concursos/Paginas/adaptar-microempresas.aspx

https://www.compete2020.gov.pt/Avisos/detalhe/ADAPTAR_MICRO

CANDIDATURAS AO PROGRAMA ADAPTAR MICROEMPRESAS

CANDIDATURAS AO PROGRAMA ADAPTAR Microempresas

entrada em vigor a 15 de maio 2020

Apoio a  microempresas na adaptação e investimento nos seus estabelecimentos, permitindo minorar o esforço relacionado com os custos acrescidos para o restabelecimento rápido das condições de funcionamento, sendo apoiados, nomeadamente, os custos de aquisição de equipamentos de proteção individual para trabalhadores e utentes, equipamentos de higienização, contratos de desinfeção e os custos com a reorganização dos locais de trabalho e alterações de layout dos estabelecimentos, garantindo o cumprimento das normas estabelecidas e das recomendações das autoridades competentes.

 Apresentação de Candidaturas 

A apresentação de candidaturas é efetuada via Balcão 2020, através de formulário eletrónico simplificado disponibilizado na plataforma do Sistema de Incentivos às empresas do PT2020.

Para mais informações:

https://business.turismodeportugal.pt/pt/Investir/Financiamento/avisos-concursos/Paginas/adaptar-microempresas.aspx

 

TURISMO DE PORTUGAL DÁ INÍCIO A FORMAÇÃO ONLINE SOBRE O SELO “CLEAN & SAFE”

Turismo de Portugal dá início a Formação online sobre o Selo “Clean & Safe”

Esta formação destina-se a empreendimentos turísticos, alojamento local, empresas de animação turística e agências de viagem.

Para mais informações:

https://business.turismodeportugal.pt/pt/noticias/Paginas/turismo-de-portugal-lanca-formacao-selo-clean-safe.aspx

Turismo de Portugal cria Selo “Estabelecimento Clean & Safe” para as empresas do Turismo

 

 

 

 

 

O Selo  “Estabelecimento Clean & Safe”, criado pelo Turismo de Portugal irá reconhecer as empresas do setor do Turismo que cumpram as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) para evitar a contaminação dos espaços com o SARS-CoV-2 (novo coronavírus).

Os Empreendimentos Turísticos, as empresas de Animação Turística e as Agências de Viagens e Turismo que pretendam obter o selo “Estabelecimento Clean & Safe” deverão cumprir o conjunto de disposições presentes na «Declaração de Compromisso» que estará disponível nas plataformas digitais do Turismo de Portugal relativas ao registo das empresas turísticas: Registo Nacional de Empresas Turísticas (RNET), Registo Nacional de Animação Turística (RNAT) ou Registo Nacional Agências de Viagens e Turismo (RNAVT).

Só depois de submetida nas plataformas atrás referidas a Declaração de Compromisso por parte das empresas,  é que estas ficam com a possibilidade de utilizar o Selo em causa, seja nas suas instalações físicas, seja nos canais e plataformas de divulgação e venda.

O Selo atribuído a cada em​​​​​​​​​presa estará associada ao seu número de Registo RNET, RNAA​T ou RNAVT​.

O Turismo de Portugal, em coordenação com as entidades competentes, irá realizar auditorias aleatórias aos estabelecimentos aderentes.

Esta medida, articulada com a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e com contributos de outras associações do setor, procura sensibilizar os empreendimentos para os procedimentos mínimos a adotar e incentivar a retoma do setor do turismo a nível nacional e internacional, reforçando a confiança de todos no destino Portugal e nos seus recursos turísticos.​​​​​​​​

Em breve empresas de outras áreas de atividade irão poder aceder a este selo através do Balcão do Empreendedor (ePortugal.gov.pt).​​

Para mais informações : http://business.turismodeportugal.pt/pt/Paginas/homepage.aspx